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Fazer o diagnóstico

Seis coisas mudam, e cinco delas não voltam atrás.

O que passa a acontecer na operação na segunda-feira depois da virada.

O que passa a acontecer

  • 01

    O processo que define o negócio sai da planilha

    Toda empresa tem um processo que nenhuma ferramenta de prateleira cobre, e ele acaba numa planilha compartilhada. É o processo mais importante e o menos protegido da operação.

    Ele passa a ter registro, histórico, permissão e aviso, como o resto já tem.

  • 02

    Todo mundo vê o mesmo número

    Quando o dado está num lugar só, a reunião deixa de começar por conciliar versões diferentes da mesma planilha.

    É o ganho que aparece primeiro e o mais difícil de perceber de fora: as pessoas param de perguntar umas às outras o que o sistema já sabia.

  • 03

    A conta para de crescer quando o time cresce

    Software cobrado por assento transforma cada contratação numa decisão de custo. Sistema da empresa não tem assento: entrou gente, entrou acesso.

    E some junto o efeito colateral que ninguém mede: a pessoa que trabalha sem o dado porque o login dela custava caro.

  • 04

    O sistema é da sua empresa, com papel passado

    Código-fonte, base de dados e licença perpétua entregues no aceite. Hospedagem e domínio em conta no nome da sua empresa.

    Se você nunca mais falar com a gente, nada para de funcionar e qualquer programador consegue continuar.

  • 05

    Depois dos 90 dias, a escolha é sua

    Noventa dias decrescentes, e no fim você decide: continua com a gente, na mensalidade opcional de infraestrutura ou num projeto novo, ou segue por conta, com o código e a licença que já são seus. Não há fidelidade, não há retentor, não há renovação automática.

    É o ponto que a maioria do mercado não pode copiar sem desmontar a própria receita.

  • 06

    O que já funciona continua funcionando

    Não há troca de ERP, de contabilidade nem de sistema fiscal. A construção acontece em volta do que a operação já tem, integrando por onde dá.

    Trocar tudo é a proposta mais fácil de vender e a mais cara de executar, e quase nunca a ferida está lá.

O que a experiência de quem constrói muda no seu projeto.

Quem desenha e entrega o sistema é o fundador, e o jeito de trabalhar dele foi medido em outras operações antes de virar regra aqui.

01

Decisão por dado, não por gosto

Teste A/B, mapa de calor e pesquisa com quem usa. Foi assim que páginas de venda subiram 40% e a conversão 12% em outras operações. Aqui é a regra de como cada tela nasce.

02

Cabe em menos de um mês porque o jeito de construir foi redesenhado

Um fluxo de IA dentro do processo de design cortou 60% do tempo até o mercado numa operação com mais de 200 produtos. O prazo do Switch vem daí, não de promessa.

03

Tela nova nasce do mesmo molde

Design system e protocolo de handoff, a disciplina que manteve consistência em mais de 200 produtos. O seu sistema cresce sem virar colcha de retalhos.

04

Ponta a ponta, sem camada no meio

Pesquisa, marca, página, medição e texto no mesmo lugar, pela mesma pessoa. Em clientes atendidos assim, a receita média subiu 18%.

O benefício que a gente não promete

Não prometemos que o sistema aumenta o faturamento. Ele devolve hora, tira decisão do escuro e para a sangria de assinatura. O que a sua empresa faz com isso é trabalho de vocês, não nosso.

Ver quanto a sua operação consome hoje