Como implementar um sistema na empresa sem trocar o que funciona.
Quatro fases, sempre na mesma ordem. Sua equipe desenha o processo com a gente no começo, é treinada na entrega e diz o que ajustar nos 90 dias seguintes. A construção fica com a gente.
Fazer o diagnóstico Chamar a gente no WhatsApp
- No ar em menos de 30 dias
- 90 dias de acompanhamento e garantia em todo produto
- O software e o código são da sua empresa

Um sistema só pega quando nasce do jeito que a sua equipe trabalha.
O caminho comum é escolher a ferramenta primeiro e depois ensinar a empresa a caber nela. A equipe aprende o atalho, volta para a planilha, e o processo continua morando na cabeça de quem sabe.
Aqui a ordem é outra. Primeiro o processo, desenhado com quem executa. Depois o sistema, construído sobre ele. Depois o treinamento, para quem teve a rotina mudada. E então os 90 dias de uso real, com a gente ao lado.
Cada fase termina com alguma coisa por escrito na sua mão. Se a imersão mostrar que não vale a pena construir nada, isso também vem escrito, e o projeto para ali.
Como a gente faz tem nome: Switch.
É um interruptor: o que já funciona fica aceso, o trabalho repetido apaga, e cada fase só acende quando a anterior terminou.
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Imersão
antes de construir
Você desenha o processo com a gente e com quem executa. Quando ele ainda não existe, e é comum não existir, ele nasce aqui.
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Construção
com a gente
Com o processo desenhado, a gente constrói. O que sai daqui é o jeito que a sua equipe trabalha, não o de outra empresa.
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Implementação e treinamento
no ar em menos de 30 dias
O sistema entra no ar e a sua equipe é treinada para usar, com explicação de cada tela.
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Os 90 dias
em todo produto
A gente fica ao lado enquanto a empresa usa de verdade, e os ajustes vêm do que a sua equipe conta.
Fase por fase, quem faz o quê.
Em cada fase, o que a sua equipe faz, o que fica com a gente, o que fica de fora e o que você recebe. A fase seguinte começa do que a anterior entregou.
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Imersão
O processo sai da cabeça e vai para o papel.
- Sua equipe
- Quem executa senta com a gente e mostra como o trabalho anda hoje, inclusive o atalho que ninguém escreveu.
- A gente
- Desenha o processo com você, separa o que um sistema resolve do que é decisão de gente e diz o que vai ser construído.
- Fica de fora
- Tela e código. Nada é construído antes de o processo estar desenhado e aprovado por você.
- Você recebe
- O processo desenhado e o que entra no projeto, por escrito. Se não valer a pena construir nada, isso também vem escrito.
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Construção
O sistema é montado sobre o que foi desenhado.
- Sua equipe
- Segue o dia normalmente. O que ela contou na imersão já está no desenho, e ninguém para o trabalho por causa do projeto.
- A gente
- Constrói o sistema e liga o que você já usa, pelo caminho oficial de cada ferramenta.
- Fica de fora
- Coisa nova que aparece no meio do caminho. Ela fica anotada e vira outro projeto, com proposta própria.
- Você recebe
- As contas abertas no nome da sua empresa: hospedagem, domínio e, onde tem IA, a chave dela, separadas de qualquer outro cliente.
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Implementação e treinamento
Sua equipe começa a usar, já sabendo como.
- Sua equipe
- É treinada para usar, com explicação de cada tela, sempre que a rotina de alguém muda.
- A gente
- Coloca o sistema no ar e confere com a sua equipe, no trabalho de verdade, que ele faz o que foi combinado.
- Fica de fora
- Trocar o que já funciona. O que a sua equipe usa e resolve continua, ligado ao sistema novo.
- Você recebe
- O sistema no ar e o código completo, com versão e data registradas. A sua empresa pode editar, evoluir e levar para outra equipe.
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Os 90 dias
A gente fica ao lado enquanto a empresa usa.
- Sua equipe
- Usa no dia a dia e conta o que trava. Os ajustes vêm desse retorno, não de suposição.
- A gente
- Acompanha de perto e depois menos, de propósito: semanal no mês 1, quinzenal no mês 2 e sob demanda no mês 3, com pelo menos um contato.
- Fica de fora
- Contar hora de defeito. O que foi entregue e não faz o combinado a gente corrige sem teto de horas.
- Você recebe
- Um relatório por mês e, no fim, a mensalidade que a gente recomenda, no nível de cuidado que você escolher.

O que fica combinado antes de começar.
Quatro regras que valem em todo projeto, para ninguém descobrir no meio do caminho.
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Defeito é com a gente. Coisa nova é outro projeto.
O que foi entregue e não faz o combinado é defeito, e a gente corrige nos 90 dias sem contar hora. O que ninguém combinou ganha proposta própria.
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O preço vem por escrito antes de qualquer pagamento.
Atendimento, Operação e Ponta a ponta mostram na página quanto custa para começar, e o Sob medida tem o preço tirado do que vai ser construído. Em todos, o valor final vem na proposta, por escrito, antes de você pagar qualquer coisa.
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O código é da sua empresa, e a garantia acompanha o que foi entregue.
A sua empresa recebe o código, tem acesso a ele e pode editar, evoluir e levar para outra equipe. A garantia dos 90 dias vale para o código como foi entregue, com versão e data registradas no aceite; se outra pessoa mexer nele, ela termina ali.
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Depois dos 90 dias, a mensalidade que a gente recomenda.
Manutenção, ajustes periódicos ou parceiro estratégico, no nível de cuidado que você escolher e com o valor na proposta. Nenhuma cobra por usuário nem vende hora. Quem quiser só a implementação leva só a implementação, com os 90 dias de garantia.
Perguntas sobre como o sistema entra na sua empresa.
Quanto tempo leva para implementar um sistema na empresa?
No ar em menos de 30 dias, em qualquer um dos quatro produtos.
O que entra nesse prazo vem escrito na proposta. Depois da entrega, todo produto tem 90 dias de acompanhamento e garantia.
A minha equipe precisa parar o trabalho para participar?
Não. Ela entra em dois momentos: na imersão, mostrando como o trabalho anda, e na entrega, no treinamento.
Durante a construção ela segue o dia normalmente. Nos 90 dias, o que ela conta usando o sistema é o que orienta os ajustes.
A minha equipe vê o sistema antes de ficar pronto?
Ela vê no treinamento, já pronto para usar.
Tudo o que ela sabe do trabalho entra na imersão, e a construção é feita inteira pela gente. Depois da entrega, os ajustes vêm do uso real, com o retorno dela.
E se o processo da minha empresa ainda não estiver no papel?
É comum, e é para isso que a imersão existe.
Quando o processo só vive na cabeça de uma ou duas pessoas, ele é desenhado ali, com elas, antes de qualquer tela. Organizar os processos vem antes de automatizar.
Vou ter que trocar o que a empresa já usa?
O que funciona continua.
O sistema novo se liga ao que você já paga, pelo caminho oficial de cada ferramenta. Se alguma não tiver como se ligar, isso aparece na imersão, antes de qualquer coisa ser construída.
De quem é o sistema no fim?
Da sua empresa.
Ela recebe o código, tem acesso a ele e pode editar, evoluir e levar para outra equipe. Hospedagem, domínio e a chave da IA ficam em contas no nome dela.
Por que o método se chama Switch?
Porque ele funciona como um interruptor.
O que já funciona fica aceso, o trabalho que depende de alguém lembrar apaga, e cada fase só acende quando a anterior terminou.
O método é o mesmo nos quatro produtos.
Muda por onde a sua empresa começa.
Antes da imersão, o diagnóstico.
Leva 2 minutos e mostra, com os seus números, quanto o trabalho repetido custa por ano e por onde começar. Chega por e-mail e não obriga a nada.